POLITICAGEM & GRANA

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terça-feira, 27 de março de 2007

UMA IMAGEM CONHECIDA

CONHEÇA E COMENTE A REVOLTA APÓCRIFA DA "ELITE"

Elite privilegiada Muitos se dizem aviltados com a corrupção e a baixeza de nossos políticos. Eu não, eles são apenas o espelho do povo brasileiro: um povo preguiçoso, malandro, e que idolatra os safados. É o povo brasileiro que me avilta! Não é difícil entender porque os eleitores brasileiros aceitam o LULA e a quadrilha do PT como seus líderes. A maioria das pessoas deste país fariam as mesmas coisas que os larápios oficiais: mentiriam, roubariam, corromperiam e até matariam. Tudo pela sua conveniência. Com muitas exceções, os brasileiros se dividem em 2 grupos: 1) Os que roubam e se beneficiam do dinheiro público, e 2) Os que só estão esperando uma oportunidade de entrar para o grupo 1. Quer uma prova? Veja a maior doença endêmica hoje no país: o Concursismo! Todos querem prestar concurso para tomar posse de uma teta, e se tornar mais um cupim do Brasil. Nossos jovens já saem das universidades com a idéia fixa de trocar sua alma por um salário. Ninguém quer trabalhar nem investir em seus sonhos - só querem o salário e a estabilidade às custas dos trouxas que pagam impostos. Por que será que o brasileiro preza mais o Bolsa Família, que a moralidade? Fácil: Com a esmola mensal do bolsa família não é preciso trabalhar, basta receber o dinheiro e viver às custas de quem trabalha e paga impostos. Por que será que o brasileiro é contra a privatização das estatais? Fácil: Em empresa privada é preciso trabalhar, ser eficiente e produtivo; senão perde o emprego. Nas estatais é eficiência zero, comprometimento zero e todos a receber o salário garantido, pago com o imposto dos mesmos idiotas contribuintes. Vejam os exemplos de Embraer, Vale do Rio Doce e Telefônicas quando deixaram de ser cabides de emprego e ferramentas políticas. Este país rejeita o mérito e o sucesso. Sua fixação é com o que se dá bem por meios fáceis e escusos. Para mim chega! Chega de bancar o estado e seus cupins! Chega de pagar por esse monte de funcionários públicos e ainda ter que respeitar a lei que diz que ofender funcionário público é crime. Eles são mais cidadãos que a gente? Ofender qualquer pessoa deveria ser crime, e não só eles - a corte intocável deste pais de bananas. E o que eles fazem ao serem ineficientes, lenientes, corruptos e de má vontade ao servir seu patrão (que somos nós). Isso não é crime? Chega de dar dinheiro a eles para bancar um sistema de educação pública, um sistema de saúde pública, um sistema de segurança pública, e ter que pagar tudo isso outra vez privado por que eles roubam todo o dinheiro e os sistemas não valem nada. Chega de bancar qualquer coisa que for pública, porque não há NADA público neste país que preste. TUDO é roubado por funcionários públicos e seus comparsas na iniciativa privada - ou você acha que existe corruptor sem corrupto?. A verdadeira guerra do país é essa: Nós contra o estado gigante e seu exército de funcionários públicos - eleitos ou não, concursados ou não, que trabalham (os poucos) ou não, porque os poucos que trabalham aceitam de seu lado os comissionados afilhados postos lá para roubar. Se os que trabalham se unissem, com a força que têm (ou eles não conseguem absolutamente tudo que querem?) eles mesmos iniciariam a limpeza do Estado (Federal, Estaduais, municipais, nos três poderes). Mas você acha que têm interesse? Estão preocupados com seu umbigo. Passei minha vida inteira trabalhando, lutando e tentando ajudar os outros. Resultado: Hoje sou chamado de "Elite Privilegiada" . Hoje a moda é ser traficante, lobista, assaltante e excluído social...e funcionário público, claro! Por isso, tomei a decisão de deixar de ser inocente útil, e de me preocupar com este povo que não merece nada melhor do que tem. Daqui pra frente, mudarei minha postura de cidadão. Vou me defender e defender os direitos e interesses da nossa "Elite Privilegiada" 01) Ao contrário dos últimos 20 anos, não farei mais doações para creches, asilos e hospitais. Que eles consigam os donativos com seu querido "Governo voltado para o Social". 02) Não contribuirei mais com as famosas listinhas de fim de ano para cesta de natal, de porteiros manobristas, faxineiros e outros. Eles já recebem a minha parte pelo Bolsa-Família. 03) Não comprarei mais CDs e não assistirei a filmes e peças de teatro dos artistas que aderiram ao Lulismo (lembra, tem que por a mão na merda!). Eles que consigam sua renda com as classes c e d, já que a classe média que os sustentou até hoje não merece consideração. 04) Não terei mais empregados oriundos do norte-nordeste (curral eleitoral petista). Por que eles não utilizam um dos "milhões de empregos gerados por este governo"? 05) Depois de 25 anos pagando impostos, entrarei no seleto grupo de sonegadores. Usarei todos os artifícios possíveis para fugir da tributação, especialmente dos impostos federais (IR). Assim, este governo usará menos do meu dinheiro para financiar o MST, a Venezuela, a Bolívia e as "ONG´s fajutas dos amigos do Lula". 06) Está abolida toda e qualquer "gorjeta" ou "caixinha" para carregadores, empacotadores, frentistas, e outros "excluídos sociais". Como a vida deles melhorou MUITO com este governo de esquerda", não precisam mais de esmolas. 07) Não comprarei mais produtos e serviços de empresários que aderiram ao Lulismo. É só consultar a lista da reunião de apoio ao Lula, realizada em Setembro/06. Como a economia está "uma beleza", eles não estão precisando de clientes da "Elite Privilegiada" . 08) As revistas, jornais e tv´s que defenderam os corruptos em troca de contratos oficiais estão eliminadas da minha vida (Isto É, Carta Capital, etc). A imprensa adesista é um "câncer a ser combatido". As tv´s que demitiram jornalistas que incomodaram o governo (lembra da Record com o Boris Casoy?) já deixaram de ser assistidas em casa. A Band 21 privatizada por Lullinha também. 09) Só trabalho com serviços públicos privatizados. Como a "Elite Privilegiada" defende a Privatização, usarei DHL ao invés dos Correios, não terei contas na CEF, B.Brasil e outros Órgãos Públicos Corruptos. 10) Não perderei uma só oportunidade de reafirmar quais são os cupins do Brasil: os funcionários públicos, as empresas estatais e o Estado mastodonte em nossas costas. Esses são a nova versão da saúva - ou acabamos com eles ou eles acabam com o país! 11) Não viajo mais para o Nordeste. Se tiver dinheiro, vou para o exterior. O Brasil que eu vivo é o da "Elite Privilegiada", novo nome para idiotas que pagam impostos. Não vou dar PIB para inimigo. 12) Não vou esquecer toda a sujeira que foi feita para a reeleição do "Sapo Barbudo", nem os nomes dos seus autores. Os boatos maldosos da privatização (Jacques Vagner, Tarso Genro, Ciro Gomes), a divisão do Brasil entre ricos e pobres (Lula, José Dirceu), a Justiça comprada no STF (Nelson Jobin), a vergonha da Polícia Federal acobertando o PT (Tomás Bastos), a virulenta adesão do PMDB (Sarney, Calheiros, Quércia), a superexposição na mídia do Lula (Globo) Sugiro que vocês comecem a defender sua ideologia e seu estilo de vida, senão, logo logo, teremos nosso patrimônio confiscado pela "Ditadura do Proletariado" . Estou de luto ! O meu país morreu ! EU DESISTI DO BRASIL !!! ®™

quarta-feira, 7 de março de 2007

A CELG DE NOSSOS DIAS

A Celg sempre foi um orgulho para os goianos. Esta afirmação pode parecer óbvia, fácil e vazia, mas, tem toda a razão de ser.
Não se pode esquecer uma imagem, que não vivi, porém, sei que é histórica, da travessia da primeira turbina da Usina de Cachoeira Dourada, forjada em Minas Gerais, veio sobre uma balsa que atravessou o Rio Paranaíba, devidamente acompanhada pelo presidente Juscelino Kubitschek. Uma imagem épica.
A Celg possibilitou a construção de Brasília. Sem a sua energia seria impossível erguer a cidade síntese do Plano de Metas de JK. Logo após, no início da década de setenta do século XX, os tecnocratas criaram a CEB, para abrigar os apaniguados dos poderosos da época e a Celg, sem direito a nenhuma indenização, mansamente perdeu o promissor mercado da Capital da República. Eram tempos difíceis, poderia se argumentar.
Mas, não se ficou apenas nisso. Forçada a fornecer energia a empresa mineradora privada, o fez com prejuízo por décadas. A Constituição de 1988, criou o Estado do Tocantins, e mais uma vez a Celg se viu privada de um imenso mercado, que se à época aparentava ser pouco significativo, hoje se agiganta, especialmente na geração hidroenergética. Neste último capítulo a maior de todas as desgraças: a venda de mão beijada (e suja) da Usina de Cachoeira Dourada.
Sobre este crime de lesa-povo, ainda existe esperança. O Poder Concedente, no caso a União têm culpa neste cartório e mais cedo ou mais tarde a conta será cobrada. A história continuou, e nos dias de hoje a Celg está prestes a ter uma nova formatação empresarial. Será dirigida por uma holding, a Goiáspar, sendo dividida inicialmente em duas subsidiárias integrais: a Celg Distribuição S/A e a Celg Geração e Transmissão S/A.
Esta mudança não pode se limitar a criação de novos cargos de diretoria. Precisa ser posta em prática uma nova gestão corporativa. O Estado de Goiás, reconheceu recentemente um débito de mais de 1 bilhão de reais para com a Celg. Este pode ser o primeiro degrau de recuperação das companhias.
É preciso gestão estratégica e transparente. Criatividade, coragem, honestidade de propósitos e ausência absoluta de vaidades para soerguer esta empresa. Sempre cobiçada por grupos empresariais e até pelo próprio Estado de Minas Gerais, que tentou comprá-la por ocasião do processo de privatização de 2000/2001.
A pergunta inevitável é como se ter efetivas e eficazes condições de gestão em um conglomerado de pessoas, interesses, regulações rígidas e alguns vícios quase vintenários?
Só vejo uma possibilidade real e concreta: a imediata e forte decisão de implantação de um Contrato de Gestão entre o Governo de Goiás e a diretoria do novo conglomerado e um Contrato de Resultados, entre esta diretoria e as gerências e os abnegados servidores. Com metas e penalidades, com incentivos e castigos.
Esta renovação de práticas, um enxugamento racional, rigoroso, porém, pró-ativo e inteligente no cumprimento das regras das concessões, com aporte de parcerias estratégicas, especialmente com o empresariado privado local, que terá que mudar a visão que tem. A Celg não é apenas boa para se negociar: ela deve ser boa para o desenvolvimento de todas as potencialidades ainda latentes do Estado de Goiás.
Este é o desafio que está posto. Não existe mais tempo para tergiversar ou para soluções mágicas.

UMA ORAÇÃO ESPECIAL

Pela força das palavras, e com os agradecimentos ao autor e ao Blog do João da Rocha - www.joaodarocha.blig.ig.com.br - a leitura refrigera um pouco nossa alma.
Clique na imagem para ampliar.